Na suntuosa corte interior do Reino de Ei, situa-se a florescente Corte das Donzelas, onde a imperatriz e as quatro consortes imperiais são escolhidas entre cinco clãs proeminentes. Entre elas, uma consorte em treinamento de pureza imaculada, Reirin Kou, destaca-se como a candidata perfeita a futura imperatriz. Sua virtude e elegância são inigualáveis, e ela é impecável — exceto por sua constituição extremamente frágil e doentia. Comparada à delicada "borboleta" da corte, a grosseira Keigetsu Shu parece um rato de esgoto. Sempre observando Reirin com amarga inveja, Keigetsu é uma desonra para a Corte das Donzelas. Na noite em que um raro cometa cruza os céus, o ciúme de Keigetsu atinge o auge e ela tenta assassinar Reirin, empurrando-a de uma sacada. Reirin é salva da morte a tempo, e Keigetsu é aprisionada, aguardando sua execução. Sem que ninguém saiba, Keigetsu lançou um feitiço para trocar de corpo com Reirin, a fim de roubar tudo o que lhe pertence. No entanto, enquanto Keigetsu se vê limitada pelo corpo frágil de Reirin, esta abraça plenamente a liberdade e a força física pela primeira vez na vida, determinada a viver — independentemente de qual rosto ela ostente.